RI-FJP  Centro de Estatística e Informações (CEI)  CEI – Artigos de periódicos 

Utilize o seguinte identificador para referenciar este item:
http://www.repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/123456789/119

Título: Sex differences in healthy life expectancy from self-perceived assessments of health in the City of São Paulo
Autor: Camargos, Mirela Castro Santos
Machado, Carla Jorge
Rodrigues, Roberto Nascimento
Afiliação: Fundação João Pinheiro
Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Federal de Minas Gerais
Data: 2008
Descritores: Longevidade
Idoso
Relações de gênero
Desigualdade
Keywords: Longevity
Elderly
Gender relations
Inequality
Palavras-Chave: Self-perceived health
Sullivan method
Health life expectancy
Resumo: Quer a vida seja vivida de forma saudável ou não, ambas as opções influem no uso de serviços de saúde. Sabe-se que a expectativa de uma vida saudável mediana é diferida pelo gênero. Essa pesquisa reporta as estimações de vida saudável ou não saudável na velhice utilizando auto avaliações de saúde da cidade de São Paulo, Brasil, em 2000/2001. Os dados foram obtidos através da Pesquisa da Saúde, Bem-estar, e Envelhecimento na América Latina e Caribe (SABE), e através do censo populacional, e taxa de mortalidade. O método Sullivan de estimação foi utilizado. Ele combina a idade específica das atuais probabilidades de morte com a prevalência da auto avaliação de “boa” ou “péssima” saúde. A pesquisa também reporta análises multivariadas dos fatores associados com variações por faixa etária e gênero nas auto avaliações. As descobertas revelam que, em todas as idades, o sexo feminino vive mais tempo que o masculino em um modo de vida saudável. Os homens, com idade de 60, 65 e 70 anos eram esperados de viver uma porcentagem maior que as mulheres em um modo de vida saudável, mas entre os de idade de 75, 80 e 85, o contrário ocorreu. Entre as mulheres, a porcentagem dos anos remanescentes que não eram saudáveis não aumentava ao mesmo tempo em que a idade aumentava, o que difere dos achados anteriores. A análise multivariada mostrou que com o aumento da idade, para as mulheres, o numero de doenças crônicas diminuiu, mas a dependência aumentou, o que para os homens, ocorreu o oposto. Esse achado indicou que a porcentagem da vida gasta em péssima saúde prediz de forma mais precisa a mortalidade em homens do que em mulheres.
Abstract: Whether life is spent in good health or disability has a critical influence on the use of health-care services. It is also known that average healthy life expectancy differs by sex. This paper reports estimations of healthy and unhealthy life expectancy in old age using self-reported health assessments for the City of São Paulo, Brazil in 2000–01. The data derived from the Health, Well-being and Aging in Latin America and the Caribbean Project (SABE), and from population censuses and mortality statistics. Sullivan’s estimation method was used. It combines the age-specific schedule of the current probabilities of death with the prevalence of self-perceived ‘poor’ and ‘good’ health. The paper also reports multivariate analyses of the factors associated with variations by age group and sex in self-perceived health. The findings revealed that, at all ages, women live longer than men and for more years in a healthy state. Among men, those aged 60, 65 and 70 years were expected to live a higher percentage of their remaining life than women in a healthy state, but among those aged 75, 80 and 85 years, the opposite held. Among women, the percentage of remaining years that were unhealthy did not increase as age increased, which differs from previous findings. The multivariate analyses showed that with increasing age, for women the number of chronic diseases decreased but dependency increased, and for men the opposite held. This finding indicated that the percentage of life spent in poor self-perceived health more accurately predicts mortality in men than women.
Referência: CAMARGOS, M. C. S.; MACHADO, C. J.; RODRIGUES, R. N. Sex differences in healthy life expectancy from self-perceived assessments of health in the City of São Paulo, Brazil. Ageing and Society, v. 28, n. 1, p. 35-48, 2008.
ISSN: 1469-1779
DOI: 10.1017/S0144686X07006277
Aparece na(s) coleção(ções):CEI – Artigos de periódicos

Arquivos deste item:

Arquivo Descrição TamanhoFormato
Sex differences in healthy life expectancy from self-perceived assessments of health....pdf532,43 kBAdobe PDFVer/Abrir
Visualizar estatísticas

Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.