RI-FJP  Centro de Estatística e Informações (CEI)  CEI – Artigos de periódicos 

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Título: Disability life expectancy for the elderly, city of São Paulo, Brazil, 2000: gender and educational differences
Autor: Camargos, Mirela Castro Santos
Machado, Carla Jorge
Rodrigues, Roberto do Nascimento
Afiliação: Fundação João Pinheiro
Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Federal de Minas Gerais
Data: 2006
Descritores: Longevidade
Idoso
Relações de gênero
Desigualdade
Keywords: Longevity
Elderly
Gender relations
Inequality
Resumo: Existe evidência de que a “Expectativa de Vida Saudável” (numero de anos esperados a serem vivos com saúde) difere através do status socioeconômico. O tempo gasto ou em saúde ou em práticas não saudáveis são dois fatores muito importantes no uso de serviços de cuidados médicos. O objetivo desse estudo era estimar a “Expectativa de Vida Não Saudável” por idade, gênero, e nível de educação dos idosos da cidade de São Paulo, Brasil, no ano de 2000. Os dados vieram da base de dados da SABE, do censo da população, e da estatística da mortalidade (Fundação SEADE). A expectativa de vida não saudável foi calculada com base no método Sullivan, tendo em base a probabilidade atual de morte e predomínio da deficiência por nível educacional. O predomínio de práticas não saudáveis aumentou com a idade, para ambos os sexos e ambos os níveis de educação obtida. Os homens demonstraram um pequeno predomínio de práticas não saudáveis, em geral, e pessoas com baixo nível de educação mostraram uma maior tendência a práticas não saudáveis. Em relação à expectativa de vida, pode-se afirmar que as mulheres são esperadas viver mais que os homens, com ou sem práticas saudáveis. Para ambos os sexos, a porcentagem da expectativa de vida com práticas não saudáveis diminuiu com o aumento dos níveis de escolaridade. Com o aumento dos níveis de escolaridade, a diferença dos gêneros na porcentagem dos anos remanescentes a se viver com de práticas não saudáveis aumentou para a maioria das idades. Finalmente, a porcentagem dos anos remanescentes a se viverem com práticas não saudáveis aumentou para homens e mulheres, exceto para os homens com grande realização escolar entre as idades de 70-75 e 75-80. Os resultados podem ser utilizados como guia para políticas públicas no país, já que os problemas de saúde sofridos pelos idosos, como a incapacidade, são o resultado de um número de experiências passadas durante toda a sua vida, como falta de cuidado da saúde, condições higiênicas, sanitárias, e educação. A educação influência nos cuidados da saúde, e é ligada, de uma forma ou de outra, a todos esses fatores. Portanto, melhorias na educação dos desfavorecidos poderá aumentar a saúde.
Abstract: There is evidence that ‘health life expectancy’ (expected number of years to be lived in health) differs by socioeconomic status. Time spent in health or disability plays a critical role in the use of health care services. The objective of this study was to estimate ‘disability life expectancy’ by age, gender and education attainment for the elderly of the city of São Paulo, Brazil, in the year 2000. Data came from the SABE database, population censuses and mortality statistics (SEADE Foundation). Life expectancy with disability was calculated using Sullivan’s method on the basis of the current probability of death and prevalence of disability by educational level. The prevalence of disability increased with age, for both sexes and both levels of educational attainment studied. Men showed a lower prevalence of disability, in general, and persons with lower educational attainment showed a higher prevalence of disability. Regarding life expectancy, women could expect to live longer than men, with and without disability. For both sexes, the percentage of life expectancy lived with disability decreased with increasing educational attainment. With increasing educational attainment, the sex differences in the percentage of remaining years to be lived with disability increased for most ages. Finally, the percentage of remaining years to be lived with disability increased with age for males and females, except for males with high educational attainment between the ages 70–75 and 75–80. The results may serve as a guide for public policies in the country, since health problems faced by older persons, such as disability, are the result of a number of past experiences during their life-times, such as health care, housing conditions, hygiene practices and education. Education influences health behaviours and is related, to some extent, to all these factors. Therefore, improvements in education for the disadvantaged may improve health.
Referência: CAMARGOS, M. C. S.; MACHADO, C. J.; RODRIGUES, R. N. Disability life expectancy for the elderly, city of São Paulo, Brazil, 2000: gender and educational differences. Journal of Biosocial Science, v. 39, n. 3, p. 455-463, 2007.
ISSN: 1469-7599
DOI: 10.1017/S0021932006001428
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